CPA – Procedimentos Metodológicos

Comissão Própria de Avaliação

 

Procedimentos Metodológicos

Definindo as etapas da auto-avaliação

1a. Etapa – Preparação – elaboração de um diagnóstico das ações avaliativas já realizadas nos anos anteriores. Para isso, traçou-se um cronograma de trabalho, intitulado “Plano, Distribuição de Tarefas e Cronograma/2007-2008”, estipulando os seguintes instrumentos a serem aplicados:

  • Questionário para pesquisa com ex-aluno (banco do egresso)
  • Pesquisa-vestibular (perfil do candidato)
  • Aptidão para a área de estudos
  • Auto-avaliação docente
  • Perfil do docente pelo aluno
  • Avaliação das condições de aprendizagem pelos alunos (instituição, cursos e professores)
  • Avaliação das condições de ensino pelos docentes
  • Autoavaliação discente
  • Avaliação das condições de trabalho pelos funcionários
  • Autoavaliação dos funcionários
  • Avaliação Multidisciplinar

2a. Etapa – Desenvolvimento do Plano de Avaliação – o Grupo de Trabalho/CPA cuidou de sistematizar e incorporar as críticas e sugestões relativas ao modelo de avaliação vigente, implementando dez ações avaliativas previstas no Cronograma: duas aplicadas a alunos ingressantes (Perfil do Candidato); uma relativa a egressos; duas referentes à equipe docente (Auto-avaliação e Avaliação das Condições de Ensino); uma destinada a funcionários (Autoavaliação e Avaliação das Condições de Trabalho) e três endereçadas aos alunos (Auto-avaliação, Avaliação das Condições Gerais de Aprendizagem e Avaliação do Perfil Docente pelo Aluno).

3a. EtapaConsolidação do Projeto – desde 2007 até o presente momento, estão acontecendo diversas reuniões que, ao elucidarem as intenções e as ações da CPA, buscam dar coerência e consistência ao Projeto Pedagógico Institucional e a todo processo de auto-avaliação. Os dados obtidos são permanentemente analisados e divulgados na CPA, de modo a refletir todo este processo de avaliação institucional. Os coordenadores encaminham, semestralmente, seus Relatórios Parciais, a fim de que a CPA possa acompanhar de perto toda a evolução deste processo. E os resultados são divulgados para toda a comunidade acadêmica.

 

– Composição de Indicadores para Auto-avaliação (Dimensões estabelecidas pela Lei 10861/04)

A partir da leitura e discussão dos tópicos componentes de cada dimensão proposta, a CPA privilegiou todos aqueles do núcleo básico comum e alguns dos temas optativos.

O Quadro, a seguir, apresenta os principais elementos das dimensões apresentadas destacadas como relevantes para o contexto e realidade institucionais.

1. Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional
 1.1 Existência de um Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)
 1.2 Existência de um Projeto Pedagógico Institucional (PPI)
 1.3 Existência de um Projeto Pedagógico para cada curso
 

1.4

Coerência entre os objetivos e finalidades da instituição com sua prática de ensino, pesquisa e extensão
 1.5 Coerência entre os objetivos e finalidades da instituição com as estratégias de gestão e avaliação acadêmica
 1.6 Articulação entre o PDI e o contexto sócio-econômico de onde a IES está inserida
 1.7 Existência de estratégias que permitam identificar resultados, dificuldades, carências e potenciais da IES
 1.8 Conhecimento e grau de apropriação do PDI pela comunidade acadêmica
 1.9 Utilização do PDI como referência para programas e projetos desenvolvidos pela IES
2. Política para Ensino, pesquisa, extensão e pós-graduação
2.1  Coerência entre a concepção de currículo e organização didático-pedagógica com:
2.1.1
  • Objetivos da instituição
2.1.2
  • Diretrizes Curriculares Nacionais
2.1.3
  • Inovação e necessária atualização dos conhecimentos da área
 2.1.4
  • As demandas sociais (relevância e contribuição para o desenvolvimento local, estratégias de difusão do conhecimento, etc)
2.1.5
  • Necessidades individuais dos alunos (apoio, interdisciplinaridade, inovações didático-pedagógicas e tecnologia no ensino, bolsas, auxílios)
2.16
  • Necessidades individuais dos professores (políticas institucionais para estimulação, grupos de pesquisa, capacitação)
2.2 Existência de estratégias que promovam a participação e construção conjunta do conhecimento
2.3 Sistemática e periodicidade de revisão de currículos
2.4 Clareza na relação entre currículo e perfil do egresso
2.5 Existência de órgãos estruturados responsáveis pela coordenação das áreas de ensino,
pesquisa e pós-graduação
2.6 Relação dos cursos de extensão e pós-graduação com as atividades acadêmicas da IES
2.7 Existência de meios de divulgação da produção
2.8 Proporção de professores / publicação em periódicos científicos, livros e revistas
2.9 Existência de verbas internas ou externas destinadas  a realização de cursos e pesquisas
2.10 Conceitos CAPES (se houver)
2.11 Integração entre graduação e pós-graduação (se houver)
2.12 Convênios e associações entre a IES e outras instituições
3. Responsabilidade Social da Instituição 
3.1 Efetiva contribuição em relação à Inclusão social
3.2 Impacto das ações da IES (científicas, técnicas e culturais) no desenvolvimento regional e nacional
3.3 Ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, cidadania, atenção a setores excluídos e políticas de ações afirmativas
3.4 Parcerias e convênios com setores público e produtivo, mercado, instituições culturais e educativas
3.5 Coerência entre os objetivos sociais da IES e critérios para abertura e ampliação de vagas nos cursos
3.6 Existência de ações nas áreas da educação, saúde, lazer, cultura, cidadania, solidariedade, meio ambiente, patrimônio cultural, planejamento urbano, etc.
3.7 Bolsas acadêmicas, descontos e outras evidências político-institucionais de inclusão dos menos favorecidos economicamente
4. Comunicação com a comunidade 
4.1 Estratégicas, recursos e qualidade da comunicação interna e externa (clareza, atualização, avaliação, etc)
4.2 Imagem pública da instituição nos meios de comunicação
4.3 Ouvidoria ou outra instância receptiva de críticas e sugestões
4.4 Existência e utilização efetiva dos canais de comunicação (jornal, web, folhetos, guia do aluno etc)
5. Políticas de pessoal e de carreira, aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional
5.1 Planos de carreira regulamentados para os corpos docente e técnico administrativo com critérios claros de admissão e progressão
5.2 Programas de qualificação profissional, melhoria da qualidade de vida
5.3 Existência de mecanismos de aferição do clima institucional, relações interpessoais, estrutura de poder e grau de satisfação pessoal e profissional
5.4 Relação  quantidade de estudantes / recursos humanos
5.5 Mecanismos claros e efetivos para seleção, contratação, aperfeiçoamento e avaliação
5.6 Número de docentes em tempo integral, parcial e horistas
5.7 Número de docentes por titulação e regime de trabalho
5.8 Experiência profissional em Ensino superior e fora dele
5.9 Políticas de capacitação e avaliação de desempenho
5.10 Grau de envolvimento do corpo docente com o ensino, pesquisa, extensão e pós-graduação
6. Organização e gestão da instituição 
6.1 Existência de plano de gestão e/ou plano de metas e sua coerência com o PDI e projetos institucionais
6.2 Funcionamento, composição e atribuições dos colegiados
6.3 Mecanismos de gestão e tomada de decisão institucional
6.4 Uso da gestão estratégica para antecipar problemas e soluções
6.5 Modos de participação dos atores na gestão (consensual, normativa, burocrática)
6.6 Mecanismos de comunicação e circulação da informação
6.7 Existência de atas do órgãos colegiados (criação, número e periodicidade das reuniões)
6.8 Regulamentos internos, normas acadêmicas, regimentos e estatutos
6.9 Organograma e dinâmica de funcionamento da IES
6.10 Tipo de gestão e orientação voltada a resultados ou processos
6.11 Existência de instâncias de apoio, participação e consulta
7. Infra-estrutura física
7.1 Adequação da infra-estrutura da IES às funções de ensino, pesquisa e extensão
 7.2 Existência de políticas de conservação, atualização, segurança e estímulo à utilização dos meios em função dos fins
 7.3 Quantidade de laboratórios e adequação às necessidades institucionais
 7.4 Funcionalidade dos laboratórios, bibliotecas, oficinas, espaços experimentais
 7.5 Detalhar:
 7.5.1
  • Número de salas de aula e sua metragem
 7.5.2
  • Número de instalações administrativas
 7.5.3
  • Número de salas de doentes, de reunião
 7.5.4
  • Número e condições dos gabinetes de trabalho
 7.5.5
  • Número e condições das salas de conferência e auditórios
 7.5.6
  • Número e condições das instalações sanitárias
 7.5.7
  • Existência de áreas de convivência
 7.5.8
  • Acesso aos portadores de necessidades especiais
 7.5.9
  • Número de equipamentos (informática, laboratórios) e condições de uso por estudantes
 7.5.10
  • Número de bibliotecas (centrais e setoriais)
 7.5.11
  • Número de livros, periódicos e títulos em geral, acesso a base de dados e bibliotecas virtuais
 7.5.12
  • Descrição do plano de segurança, proteção de riscos e proteção ambiental
 7.5.13
  • Questionários de satisfação dos usuários sobre as instalações
8. Planejamento e avaliação
 8.1 Adequação entre plano estratégico, PDI, PPI e projetos pedagógicos dos cursos
 8.2 Existência de procedimentos de avaliação e acompanhamento do planejamento institucional
 8.2.1
  • Existência e funcionamento do planejamento institucional
 8.2.2
  • Experiências anteriores de avaliação institucional (instrumentos e relatórios)
 8.2.3
  • Construção conjunta e compreensão do processo de avaliação institucional
 8.2.4
  • Efetiva utilização das avaliações institucionais para melhoria contínua (juízo crítico e ações estratégicas)
 8.3 Número de eventos e seminários para discussão dos processos de auto-avaliação
9. Políticas de atendimento a estudantes e egressos
 9.1 Políticas de acesso, seleção e permanência de estudantes (relação com as políticas públicas e contexto social)
 9.2 Política de participação dos estudantes em atividades de ensino (estágios e tutoria) – IC, extensão, avaliação institucional, atividades de intercâmbio estudantil, etc
 9.3 Mecanismos e sistemática de estudos sobre: ingressantes, evasão, abandono, tempo de conclusão, formaturas, relacionamento entre professor e aluno
 9.4 Acompanhamento dos egressos
 9.5 Existência de mecanismos de nivelamento, compensação e orientação para os alunos com dificuldades acadêmicas e pessoais
9.6 Existência e funcionamento de mecanismos que permitam verificar a efetivação dos planos de estudos
 9.7 Aspectos positivos e negativos relativos às políticas de atendimento aos estudantes
 9.8 Políticas de incentivo à participação de discentes em projetos com Docentes
 9.9 Existência e mecanismos de incentivo á criação de Empresas-Júnior
 9.10 Existências de políticas e práticas de Iniciação científica e de formação inicial de futuros professores
9.11 Avaliação da inserção profissional dos egressos (avaliação institucional, grau de ocupação e sua relação com a formação recebida, avaliação dos empregadores sobre os egressos para revisar planos e programas)
9.12 Oportunidade da participação dos egressos na vida da IES
10. Sustentabilidade financeira da IES
 10.1 Sustentabilidade financeira da IES e políticas de captação e alocação de recursos
 10.2 Relação entre o PDI e o orçamento proposto
 10.3 Compatibilidade entre os cursos oferecidos e as verbas e recursos disponíveis
 10.4 Regularidade no pagamento aos docentes
 10.5 Cumprimento adequado das obrigações trabalhistas
 10.6 Política de adequação / atualização de espaço físico
 10.7 Relação entre docentes capacitados e em capacitação (especialização lato e stricto sensu)


– Roteiro para as Categorias de Análise (Sugestões)

I – Categoria 1 – Organização didático-pedagógica

  1. Administração Acadêmica:Coordenação de Curso: Colegiado de Curso:
  2. Projeto Pedagógico do Curso:
  3. a) Concepção:
  4. b) Currículo:
  5. c) Avaliação:

Obs.: Para responder, consulte os resultados dos instrumentos denominados “Pesquisa-Perfil Docente pelo Aluno” e “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelo Aluno”. De acordo com estes instrumentos, temos os seguintes  “eixos de análise”:

  1. a)    Planejamento Geral e Objetivos:
  2. b)    Conteúdos:
  3. c)     Procedimentos:
  4. d)    Avaliação:
  5. e)    Relações Humanas:
  6. f)      Relações Administrativas

O coordenador deverá indicar, no geral, as condições efetivas de aprendizagem indicadas pelos dois instrumentos que foram aplicados.

  1. Atividades Acadêmicas articuladas à Formação:
  2. a)    Prática Profissional:
  3. b)    Estágio:
  4. c)     TCC:
  5. d)    Atividades Complementares:

 

  1. ENADE:

II. Categoria II – Corpo Docente, Corpo Discente e Corpo Técnico-Administrativo

  1. Corpo Docente:
  2. a)    Perfil Docente:
  3. b)    Atuação nas atividades acadêmicas:

Obs.: Consulte os resultados do instrumento intitulado a “Auto-avaliação docente”.

  1. Corpo Discente:
  2. a)    Atenção aos discentes:

Obs.: Consulte os resultados do instrumento intitulado a “Auto-avaliação discente”

  1. Corpo Técnico-Administrativo:
  2. a)    Atuação no âmbito do curso:

Obs.:  Consulte os resultados do instrumento denominado “Avaliação das Condições de Trabalho pelos Funcionários”.

 

III. Categoria III – Instalações Físicas

  1. Biblioteca:
  2. a)    Atualização do acervo:
  3. b)    Nº de exemplares:
  4. c)     Serviço de pesquisa bibliográfica:
  5. d)    Horário de funcionamento:
  6. e)    Instalações:

Obs.: Consulte os resultados do instrumento denominado “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelos Alunos” (questões nºs 4 a 8) e “Avaliação das Condições de Ensino pelos Docentes” (questão nº 3 a 8) .

  1. Instalações especiais e laboratórios:
  2. a)    Prestação de serviços à comunidade:

Obs.: Consulte os resultados dos instrumentos denominados “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelos Alunos” (questão nº 1) e “Avaliação das Condições de Ensino pelos Docentes” (questão nº 1) . Sugestão: ampliar, futuramente, as questões relacionadas a este item.